E você nunca saberá…

E você nunca saberá...

É, nós dissemos que não perderíamos contato. Combinamos de sempre nos falarmos via Skype e que aquilo não era um “adeus” e sim um “até logo”. Todavia mentimos para nós mesmos.
Espero que se algum dia eu volte, possamos voltar ao que éramos antes, pois sinto sua falta. Não me culpe por me mudar, foi algo muito bom para mim, acabei me descobrindo. Tento imaginar como você está agora. Será que achou uma nova namorada para me substituir? Ela é legal? Trata-te bem? É estranho perguntar sobre isso porque ao mesmo tempo em que quero que você tenha seguido em frente, sinto ciúmes por saber que provavelmente está com outra.
Como estou no momento? Acho que bem, estou caminhando, digamos assim.
Não sei por que estou escrevendo aqui se essa carta nem vai sair das minhas mãos, mas ainda possuo a mania de desabafar minhas inquietações no papel. Posso ter mudado de estado, de amigos, de faculdade, de vida, mas meu coração continua o mesmo. Sempre batendo por você mesmo a milhares de milhas de distância entre nós.

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